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Comportamento

Emojis com Síndrome de Down para incentivar a inclusão

Estou me preparando para entrar em modo TCC e em meio a pesquisa sobre acessibilidade e inclusão achei essa informação, é de quase um mês a tras mais vale muito falar sobre. No dia 17 de Julho é comemoramos o dia mundial do emoji, as famosas carinhas que tomaram conta das redes sociais, a APAE Porto Alegre e a APABB-RS resolveram se juntar à moda e uniram esforços para lançar os inclumojis, as carinhas inspiradas em pessoas portadoras da Síndrome de Down.

Todos nós buscamos representatividade, e por isso mesmo selecionamos os emojis parecidos com a gente, fisicamente falando, na hora de enviar as carinhas para nossos amigos.

Mas esse projeto é muito mais do que a importante busca pela representatividade: as entidades também buscam a visibilidade. Há uma estimativa de que mais de 300 mil brasileiros sejam portadores da síndrome! A novidade já está disponível em redes como Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp. Para usar, é só digitar “Inclumojis” na seleção de GIFs, escolher uma carinha e enviar. Quer ajudar as instituições ou deseja mais informações é só acessar o site oficial.

Simplesmente é preciso ir embora

Nos ultimos 8 meses minha vida resolveu dar uma reviravalta grande, eu sai da casa dos meus pais, virei gente grande pois agora eu preciso resolver os boletos, problemas e coisas que todo adulto precisa gerenciar.  E deixar o blog de lado fio algo que precisei fazer para poder dar prioridade a pós que estava no ultimo semestre, mas ainda falta o famoso TCC. Nesses ultimos meses eu cresci muito como pessoa, como ser, passei por algumas transformações internas, aprendi que não posso e nem devo agradar a todos, que as pessoas podem mudar com você do nada e sem explicação e isso está ok! Que pessoas vão embora de sua vida e isso não sigifica o fim e que mesmo longe se a amizade for verdadeira nada vai mudar! Que as vezes as pessoas nos magoam sem nem ter percebido e isso só cabe a ao seu eu interior lidar!

 

Eu precisei a aprender a lidar com a perda por distancia, tenho um amiga que amo muito que agora está em Londres e uma que foi para New York e como isso precisei lidar com essa pequena perda e tem um texto que me ajuda muito.

É o texto Antônia Macchi - É PRECISO IR EMBORA.

Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo. Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua empregada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso. É preciso ir embora.

Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversário , você estando aqui ou na Austrália. Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir.

E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”. Então vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de cima do avião. As desculpas e pré-ocupações sempre vão existir. Basta você decidir encarar as mesmas como elas realmente são – do tamanho de formigas."

Tati’s point of view

Hoje completa um ano que comecei meu tratamento com uma psicologa, exatamente no dia 21 de fevereiro foi a minha primeira consulta. Lembro de já estava exausta, sem animo e muito menos com nenhum expectativa.  Procurei ajuda pois não aguentava mais os conflitos dentro de mim, eu não sabia mas o que fazer, tudo aquilo parecia ser um gatilho para algo pior, falar de depressão é algo difícil as vezes, as pessoas ainda levam isso como um tabu, como uma doença de frescuras. Tenho amigos que acham que procurar ajuda psicológica é para louco, que capas que eles fariam  isso, e Deus o livre se alguém da família deles(as) procurassem esse tipo de ajuda.

Eu nunca falei explicitadamente aqui no blog sobre isso, sempre achei que seria mais um post de lamentação, mas quem me conhece sabe o quando esse ano refleti-o na mudança por aqui, eu parei de postar com frequência, eu não tinha muito o que falar e nada me agradava, Esse um ano de tratamento fez eu me conhecer melhor, fez eu aprender a lidar com muitas questões da minha vida, mas ainda sigo em tratamento, ainda sigo buscando muitas respostas e algumas sei que não vou encontrar. Mas posso dizer que esse ultimo ano me trouxe muito crescimento e mudanças boas, eu larguei pessoas que não me faziam bem, afastei elas de mim, eu troquei de emprego, fui para um novo desafio, que a cada dia me desafia mais e mais, eu consegui sair de casa e agora tenho um Q.G para chamar de meu e agora tenho uma nova missão dada pela minha psicologa, ver cada dia de uma forma diferente, por mais que ele seja igual.

Por isso no meu instagram particular eu criei a Hashtag #Tatispointofview , nela eu posto sempre uma foto com um número do dia, essa foto representa o meu ponto de vista ligado com o sentimento daquele dia. Parece estranho, mas ajuda muito a se entender e ver o que de fato é importante. Para algumas pessoas é só uma contagem para mim são sentimentos. Se você tiver uma amigo um parente ou alguém que esteja passando por algum tipo de depressão ou problema parecido, não o julgue e sim o ajude, as vezes é muito difícil a gente reagir, mas quando se tem apoio fica um pouco mais fácil.

Eu sumi, eu me mudei e não contei!

Sabe aquelas mudanças que vem para mudar mesmo, para melhorar qualquer coisa. Eu tive que deixar o blog de lado, eu não sabia o que postar e algumas coisas não estavam fazendo algum sentido para mim. Eu cheguei a passar 4 horas olhando para a tela pensando no que poderia mostrar aqui, mas nada, nada mesmo me agradava. Eu queria ter feitos um vídeo sobre a viagem a Curitiba, mas não sabia o que dizer, eu queria ter feito todo o acompanhamento da minha mudança para o apartamento, mas eu prometi para mim que não contaria a ninguém até estar lá,  a não ser para os mais próximos, pois eu estava em uma fase que acreditei que seria necessário guardar isso em segredo para que desse certo, pois por muitas vezes quando contei desses planos eles não deram errados, felizmente tem pessoas que te mandam energias boas e infelizmente tem gente que só te inveja. Eu queria ter feito muita coisa e ter compartilhado aqui.

Agora eu me mudei, tenho um cantinho só meu, posso me dedicar mais a minha rotina e quero me dedicar mais a fazer coisas para o blog, quero compartilhar essa rotina nerd, mas também a rotina de uma pessoa normal que trabalha, tem sonhos e que as vezes surta por ter muita coisas na rotina.

Eu quero que o blog seja uma atividade par me sentir bem e não para ser uma obrigação, quero falar de tudo um pouco e um pouco de tudo. Tentarei não sumir!!

Rails Girls Porto Alegre 2017, um evento além da tecnologia. Empoderar e aprender!

Estou aqui sentada olhando para as abas do navegador, em meio a muitas planilhas e revisando tudo para daqui a 7 horas estar de frente com 40 meninas, 21 treinadoras e um mar de muitas emoções. Sim são 10 horas da manhã do dia 17 de novembro de 2017, eu ainda preciso terminar minha jornada na agencia, a onde eu trabalho e ainda gerenciar toda a minha ansiedade para mais tarde. Não vou poder estar presente na minha aula da pós graduação de UX, teria uma aula super show de métodos ágeis com o professor Daniel Wildt que é o grande incentivador desse texto.

Por onde começar?

Existe aquele momento louco da sua vida em que você percebe que sua história já pode ser contada em décadas, no auge dos 2.9 estou a alguns meses de completar 30 anos. Quando eu lembro de mim mesma a alguns anos atrás, não penso em uma jovem que terminava o ensino médio cheia de sonhos, mas lembro já de uma adulta tentando achar algum sentido nas coisas que eu vivia.  Eu entrei na área de tecnologia quando tinha 22 anos, não sabia exatamente o que queria ser, na verdade conhecia muito pouco desse mundo novo e tive meus altos e baixos, fui subestimada e ao mesmo tempo incentivada, por muitas vezes pensei em desistir e isso não não foi sinal de fraqueza.

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Sobre dar um passo para trás para poder dar dois para frente

Ultimamente o blog deu uma estagnada com relação à número de visitas, seguidores, comentários e até mesmo posts. Eu devo admitir, essa vida de blogueira de trabalhar de casa, oportunidades de viagens, sem precisar bater ponto é de encher os olhos, mas não sou uma blogueira com todo esse tempo e no fundo nem me considero uma blogueira. No meio do caminho acabei perdendo a essência e claro todo mundo notou! Bem venho traçando objetivos na minha vida, profissionais e pessoais e um deles é compartilhar coisas no blog com a mesma empolgação de um tempo atras. A vida já anda tão cheia de afazeres e eu não quero transformar o Nerd da Hora em mais um deles, não mais.  Quero que seja algo que faça parte de mim e não mais uma obrigação!