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Guerra das Rosas – Pássaro da tempestade

Olá nerd, faz já um tempo que não indico livros por aqui, com a correria do TCC dos últimos mês até Dezembro de 2015 os meus livros ficaram jogados em um conto e a unica coisa que conseguiria  indicar aqui eram livros de programação! Mas antes de entrar na loucura do TCC consegui finalizar um livro só não tive tempo de escrever sobre, esse livro foi comentado em um dos podcast que escuto e foi uma base para as cronicas de Gelo e Fogo.

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Guerra das Rosas - Pássaro da tempestade Vol 1, do  Autor  Conn Iggulden da Editora Record traduzido pela Maria Beatriz de Medina e contem 460 paginas de muita aventura. A premissa da história da Guerra das Rosas é excelente e levando isso em consideração não pensei duas vezes e adquiri o livro e não nego como uma admiradora de Game of Thrones  e sabendo que  George R. R. Martin havia inspirado os conflitos entre Starks e Lannisters nos fatos que culminaram na Guerra das Duas Rosas, se tornou maior motivo para tê-lo .

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O fato descrito no livro e totalmente verídico  e aconteceu na Inglaterra nos meados de 1455 – 1487, como o nome da série já revela, Pássaro da Tempestade reconta os eventos que prepararam o terreno inglês para os eventos que, anos depois, seriam designados e espalhados pelos Tudors como “A Guerra das Duas Rosas”, fato importantíssimo para a consolidação da monarquia inglesa. Iniciando de forma mais lenta, Iggulden nos apresenta a duas personagens importantíssimas para o enredo: William de la Pole e Derihew Brewer. Enquanto o primeiro era duque de Suffolk, o último era o espião-mor de Henrique VI. O curioso (ao menos para mim) ronda justamente na amizade regada a um humor negro e inteligente entre os dois homens. Quando Eduardo III morreu (e que morte), os problemas não aguardaram nem o corpo esfriar para surgirem aos montes, de olho na sucessão do trono. Não há informações diretas sobre derramamento de sangue nas páginas seguintes, mas apenas algumas informações compiladas no apêndice histórico de Iggulden, no final do livro, onde sabemos, portanto, que após a morte de João de Gaunt, o herdeiro exilado deste retornou e depôs o então rei, Ricardo II, tornando-se Henrique IV. O seu sucessor ficaria conhecido como um dos mais famosos reis guerreiros da Inglaterra: Henrique V.

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É com este conhecimento que a história realmente engrena. Henrique VI, herdeiro do último rei guerreiro, é fraco e mais devoto do que corajoso. A ciência disto apenas atrai mais inimigos ao coração de Londres e, pouco a pouco, envenena o ar inglês. Cansado e desesperado por paz, Henrique VI roga a Derry e ao duque Suffolk que consigam um armistício entre a Inglaterra e a França; um tão mais duradouro que as palavras que o desejam. A partir daqui, podemos acompanhar os planos de Derry Brewer para tornar o desejo real, ainda que soubesse que tal armistício significaria um arrendamento de inimigos tão perigosos quanto os franceses. Entre as personagens femininas temos Margarida de Anjou, uma bela donzela, de inteligência e perspicácia que avançam e evoluem com o seu amadurecimento, enquanto o pai, Renato, um nobre mesquinho, e cujos interesses comumente se tornam mais importantes que a família, sonha com o retorno de suas posses territoriais; Iolanda, irmã de Margarida, pode ser a única pessoa realmente confiável do meio familiar, já que até entre os irmãos existe um pouco da prepotência de Renato. Ainda que Carlos VII da França não deseje fortemente a paz entre os ingleses, a ideia de assumir a posse dos territórios franceses tomados pela Inglaterra desde a Guerra dos Cem Anos é acima de tudo, tentadora.

Bem não vou me aprofundar muito pois queria atiçar a curiosidade de vocês assim como a minha foi atiçada, recomendo a leitura, o livro vem com varias ilustrações de arvores cronológicas , brasões e mapas da quela época.

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