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Feira de Software Livre

Um momento de compartilhamento no Fisl 14

A maior aventura do Fisl é a hora de escolher a palestra que vai assistir, diferente dos outros eventos que o Nerd da Hora frequenta o Fisl trás um universo extenso de opções com mais de 15 palestras simultâneas com diversos temas mais dee 600 horas de atividades,  mais de 500 palestrantes fora as mais de  80 atividades gratuitas (Agenda Livre (Robótica, Educação, Espaço Multiuso). Assim fica complicado, mas quando o participante já segue na área de tecnologia já sabe exatamente onde ir. Continue Lendo

Grupo TcheLinux Fisl 14

Já falamos de alguns eventos do grupo TcheLinux, para quem ainda não conhece o  TcheLinux é um grupo de voluntários que desde 2006 trabalha na divulgação do Software Livre no estado do Rio Grande do Sul, através de palestras e workshops gratuitos para estudantes e demais interessados. Continue Lendo

Os mascotes do Fisl 14

Entre palestras , mesas de grupos de usuários e estandes os participantes do Fisl 14 se depararam com os diversos mascotes do eventos. Os principais mascotes desse ano foram o Tux, que todos já conhecem por ser o mascote oficial do Linus e o GNU que venho com mais força esse ano como o segundo mascote mais carismático do Fisl 14.  Alem dos principais mascotes encontramos o Pinguim da LatinoWare, o elefante do Php, o pinguim da Linux Magazine , o trio de pinguins do grupo Ubuntu Rs, os mascotes da Intel  e o Pinguim do  grupo Tchê Linux. Continue Lendo

Bobina de Tesla no Fisl 14

     Para quem teve a oportunidade de estar no maior evento de software livre internacional deve ter passado alguns minutos do seu tempo admirando a Bobina de Tesla. Para quem não sabe o que é a Bobina de Tesla,  criada por Nikola Tesla o qual é considerado um dos maiores inventores dos últimos séculos. Ele viveu entre 1856 e 1943 e deixou diversas contribuições no estudo da eletrotécnica e da engenharia mecânica. Entre as suas inúmeras invenções, uma das mais conhecidas é a bobina de Tesla. Trata-se de uma espécie de transformador construído com materiais simples e que é capaz de gerar tensões muito altas, o que resulta em faíscas elétricas que podem chegar a vários metros de comprimento. Continue Lendo

WebDesigner com Software Livre não precisa ser Feio

Bem essa foi mais para quem gosta de desenvolver sites, nossos webDesigner. A palestra do Daniel Ferraz que abordou desenvolvimentos com ferramentas de software livre teve uma grande importância  para muitos da areá, principalmente quem não gosta de ferramentas pagas ou do famoso adobe e Autocade. O palestrante apresentou suas ferramentas de trabalho, mostrando que há muito a se desenvolver dentro da plataforma livre. Continue Lendo

Software Livre?

Você sabe o que é?   Percebeu como está na moda o tal do software livre? Mas o que você sabe sobre isso?  Com o andamento do FISL12 paramos para pensar: -“Mas ele é livre de quê?”

     Definição:    “Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation:

  • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade no. 0);
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade no. 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
  • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade no. 2);
  • A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade no. 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

     A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em quantas máquinas quiser, em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.

     A liberdade de redistribuir o programa compilado, isto é em formato binário, necessariamente inclui a obrigatoriedade de disponibilizar seus códigos-fonte. Caso o software venha a ser modificado e o autor da modificação queira distribuí-lo, gratuitamente ou não, será também obrigatória a distribuição do código fonte das modificações, desde que elas venham a integrar o programa. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.

     Para que seja possível estudar ou modificar o software (para uso particular ou para distribuir) é necessário ter acesso ao código-fonte. Por isso a disponibilidade desses arquivos é pré-requisito para a liberdade do software. Cada licença determina como será feito o fornecimento do código fonte para distribuições típicas, como é o caso de distribuições em mídia portátil somente com os códigos binários já finalizados (sem o fonte). No caso da licença GPL, a fonte deve ser disponibilizada em local de onde possa ser acessado, ou deve ser entregue ao usuário, se solicitado, sem custos adicionais (exceto transporte e mídia).

     Para que essas liberdades sejam reais, elas devem ser irrevogáveis. Caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, o software não é livre.  A maioria dos softwares livres é licenciada através de uma licença de software livre, como a GNU GPL, a mais conhecida.”  Fique esperto!

     Não confunda “Software Livre” com “Software Grátis”. Ele é livre no sentido de ter o código-fonte aberto para modificações e pode ser alterado por qualquer pessoa mas, isso não quer dizer que não seja “grátis”. Então na hora de falar sobre o assunto tome muito cuidado com as palavras que vai usar para não se equivocar. 😉