04/06/2026
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Cães entram em condomínio e moradores buscam tutores

Dois cães machos entraram em um condomínio na região do São Lourenço, em Campo Grande, e moradores do local estão procurando pelos donos. Os animais têm pelagem branca, aparentam estar bem cuidados e, segundo relatos, não usam coleira de identificação. A informação foi enviada ao Campo Grande News pelo canal Direto das Ruas.

As leitoras Jussilene Paniago e Evelyn Chaia disseram à reportagem que os cães apareceram no Condomínio Tupinambás, na Avenida Marquês de Lavradio, na manhã de quinta-feira (4). De acordo com elas, os animais aproveitaram a abertura automática do portão para entrar. Desde então, circulavam pelo local sem os tutores.

Jussilene afirmou que os moradores notaram que os cães parecem ser domésticos e bem cuidados, mas a ausência de identificação dificultou encontrar os responsáveis. Como o condomínio tem muitos animais de estimação, houve brigas entre os cães visitantes e os pets dos moradores. “Os dois estão sempre juntos. Eles entraram quando o portão abriu por tag e ficaram andando pelo condomínio. Como aqui tem muito cachorro, alguns começaram a brigar com eles”, relatou.

Para evitar que os animais voltassem para a rua ou se envolvessem em mais conflitos, moradores conseguiram abrigá-los temporariamente em uma sala da administração do condomínio. Eles estão recebendo água, ração e cuidados até que os donos apareçam. “Visivelmente eles têm dono. A gente está tentando segurar eles aqui, dando ração e cuidando, até aparecer alguém procurando”, completou Jussilene.

Quem reconhecer os cães ou souber quem são os tutores pode ligar para (67) 99639-2559 ou (67) 99261-6744, ou procurar a administração do Condomínio Tupinambás.

Para evitar que animais se percam, é recomendável usar coleira com plaqueta de identificação contendo nome do pet e telefone com DDD. Há também placas com QR code que, ao serem escaneadas, mostram os dados dos donos. Outra opção é o microchip, que pode ser lido por clínicas e abrigos. Manter uma foto atualizada do animal também ajuda na divulgação em redes sociais e grupos de busca em caso de fuga.

Sobre o autor: Redacao Central

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