A suplência da senadora Simone Tebet está gerando uma divisão interna no PT entre acadêmicos e metalúrgicos. A disputa reflete as diferentes visões dentro do partido sobre a aliança com a ex-candidata à Presidência.
De um lado, estão os acadêmicos, que veem a parceria como uma oportunidade de ampliar o diálogo com setores moderados. De outro, os metalúrgicos, mais ligados à base sindical, resistem à aproximação por considerarem que Tebet representa uma posição política distinta da tradicionalmente defendida pelo partido.
A definição do nome que ocupará a vaga na Câmara dos Deputados tornou-se um ponto de tensão. A expectativa é que a decisão final sobre a suplência seja tomada nos próximos dias, após novas negociações entre as lideranças partidárias.